Blog Flor de lotus


     Daisaku Ikeda : Uma vida dedicada à paz

Quem é Daisaku Ikeda
Daisaku Ikeda nasceu em Tóquio no dia 2 de Janeiro de 1928. É filósofo, escritor, poeta e líder espiritual budista. Casou-se em 3 de Maio de 1952 com Kaneko com quem teve 3 filhos.

Budismo e a Soka Gakkai
Aos 19 anos, Ikeda converteu-se ao Budismo Nitiren Daishonin, ao tornar-se membro da Soka Gakkai, liderada por Josei Toda, seu mestre por toda a vida. Com a morte de Toda, Ikeda assumiu a organização em 3 de Maio de 1960. Sob sua liderança a Gakkai ampliou suas ações em prol da paz cultura e educação por todo o globo. Em 1975, Ikeda fundou a SGI - Soka Gakkai Internacional, hoje presente em 190 países e territórios. Sua atuação, inclusive como mediador na aproximação das relações entre China e Japão, deram-lhe 200 títulos de Doutor Honoris Causa. Um de seus mais eloqüentes discursos, foi proferido em Harvard, em 21 de Setembro de 1991. Suas palavras falam da necessidade do desenvolvimento do Soft Power; um poder que emana do potencial humano de cada um em direção ao outro como empatia. Trata-se, então, do desenvolvimento de uma atitude compreensiva, que se coloca no lugar do outro, compartilhando sentimentos, desejos, cultura, diferenças, de uma verdadeira compaixão, base para uma cultura de paz.


Ações voltadas para a paz
Entre as mais significativas realizações de Daisaku Ikeda estão o Centro de Pesquisas de Boston para o Século XXI e o Centro de Pesquisas Ambientais da Amazônia. Também fundou duas Universidades Soka, uma no Japão e outra na California, USA.
Todos os anos, no dia 26 de Janeiro, o presidente da SGI envia uma proposta de paz para a ONU abordando temas ambientais, sociais e políticos. Sua intenção é chamar atenção para uma nova forma de pensar, com

embasamento acadêmico e científico. Daisaku Ikeda, certamente, inspira-se na filosofia budista, nesta longa caminhada. No entanto, é um defensor ferrenho da liberdade religiosa e de uma educação laica, humanista e libertadora.



Escrito por soraya.aquino às 23h17
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"É muito fácil sermos fortes quando estamos em meio a muitas pessoas, quando as coisas estão caminhando conforme nosso desejo. A grande dificuldade é mantermos a nossa determinação firme quando tudo caminha para um rumo não esperado ou quando estamos sozinhos. Nitiren Daishonin nos ensina que quando as pedras caírem na nossa cabeça, precisamos ter força para ficar de pé, e fazer delas a escalada para a nossa evolução, para o nosso desenvolvimento. A prática budista é justamente para o fortalecimento pessoal, para nos manter firmes e fortes diante das pedras que surgirem no nosso caminho. Quanto maiores as dificuldades, mais fortes devemos ser." 
(Brasil Seikyo/ 2006 n. 42)



Escrito por soraya.aquino às 21h57
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"Existe uma única estrada e somente uma, e essa é a estrada que eu amo. Eu a escolhi. Quando trilho nessa estrada as esperanças brotam, e, o sorriso se abre em meu rosto. Dessa estrada nunca, jamais fugirei."



Escrito por soraya.aquino às 10h58
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"A paz não é um conceito abstrato e remoto

 de nossa vida diária.

É uma questão de como cada um de nós planta e cultiva

as sementes da paz em nosso mundo real,

em nosso cotidiano,

nas profundezas de nosso ser

e por toda nossa vida.

Tenho certeza de que nisso se encontra

o caminho mais seguro para a paz duradoura."

(Daisaku Ikeda)
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Escrito por soraya.aquino às 10h52
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"Seja como for, a grandiosa 'revolução humana' de uma única pessoa irá um dia impulsionar a mudança total do destino de um país e, além disso, será capaz de transformar o destino de toda a humanidade."

Daisaku Ikeda
Presidente da Soka Gakkai Internacional




Escrito por soraya.aquino às 10h45
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Soka Gakkai Internacional
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Fundada no Japão em 1930, por um educador, a Soka Gakkai nasceu com o objetivo de se constituir numa "sociedade de criação de valores humanos", tradução literal de sua primeira denominação. A partir de 1945, com o término do conflito mundial, a organização se engaja na luta pela retomada da dignidade da vida e dos valores básicos do ser humano, destruidos pela guerra. Em 1975, após construir uma base sólida no país, é fundada a Soka Gakkai International — SGI, estendendo sua atuação para o plano internacional — na condição de Organização Não Governamental filiada à ONU. Atualmente, a SGI está presente em 190 países, nos quatro continentes, defendendo uma linha nítida de ação voltada para a promoção do respeito à pessoa humana, através da educação, paz e cultura. Entre outras realizações, destacam-se a fundação de universidades, centros culturais, museus e a promoção de eventos de natureza educacional e artístico, envolvendo os mais diversos setores da sociedade em todo o mundo. O questionamento e a busca de soluções efetivas para os graves problemas que afetam a humanidade se incluem nas preocupações da SGI. Para tanto, a organização é reconhecida pela sua colaboração sistemática aos vários planos de paz elaborados pela ONU, através do envio de propostas específicas, com destaque para os assuntos de desarmamento e auxílio a refugiados.

A BSGI é a representação brasileira da Soka Gakkai Internacional (SGI), ONG com base budista, filiada às Nações Unidas, atuante nas seguintes áreas: Cultura, educação, paz, meio-ambiente, desarmamento nuclear e apoio a refugiados de guerra.
Visite a BSGI em
http://www.bsgi.org.br 



Escrito por soraya.aquino às 10h31
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 O leite fresco demora em coalhar; assim, os maus atos nem sempre trazem resultados imediatos. Esses atos são como brasas ocultas nas cinzas e que, latentes, continuam a arder até causar grandes labaredas. (Sakyamuni).



Escrito por soraya.aquino às 10h21
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Esho Funi - A unicidade da pessoa e seu meio ambiente

A relação entre a vida humana e seu ambiente é explicada em termos de Esho Funi, ou a Unicidade da Vida e seu Ambiente. Esho é a contração dos termos em japonês eho e shoho. Eho indica o ambiente insensível, ou mundo objetivo, e Shoho, a personalidade ativa, ou mundo subjetivo. A sílaba ho significa o efeito manifesto, ou os resultados do carma. Os efeitos do carma de um ser vivo manifestam-se tanto em sua vida subjetiva com em seu ambiente objetivo.

Uma vez que funi significa “dois no fenômeno mas não dois na essência”, Esho Funi quer dizer que a vida e seu ambiente são dois fenômenos distintos mas apenas um em sua essência. As pessoas e seu ambiente são inseparáveis, mas Esho Funi como conceito vai além de indicar apenas a relação inseparável entre ambos.

Muitas pessoas sentem hoje como se não estivessem em equilíbrio com seu meio ambiente, o que parece simplesmente resultar em infelicidade. Mas foi a humanidade que seguiu contra o ritmo do mundo natural, poluindo-o e causando uma crise que começou a manifestar suas conseqüências no meio ambiente. A Unicidade da Vida e seu Ambiente é um princípio que sugere como as pessoas podem influenciar e reformar seu ambiente por intermédio de uma mudança interior, ou a elevação de seu estado de vida. Nesse princípio está contida a idéia de que assim como o ambiente influencia o indivíduo, este também pode causar uma mudança no ambiente.

O ideal é que os seres humanos vivam em harmonia com seu meio ambiente. A pessoa cria sua própria existência única de acordo com as leis da individualização e forma um ambiente único que seja compatível com ela. Mas a formação do ambiente deve coincidir com o surgimento da vida neste mundo; uma pessoa não pode surgir simplesmente flutuando no espaço, sem um ambiente. Cada um de nós tem um ambiente e, no entanto, cada um é essencialmente distinto. Portanto, todos nos relacionamos com nosso ambiente de modo diferente. A maneira como vemos o ambiente difere dependendo de nosso estado de vida e de nossas circunstâncias.

O meio ambiente é um reflexo da vida interior do indivíduo que nele habita. Esse ambiente assume as características que estão de acordo com a condição de vida do indivíduo em questão. Em outras palavras, a vida estende sua influência ao seu redor.

O princípio de Itinen Sanzen inclui a Unicidade da Vida e seu Ambiente. De acordo com os Três Domínios da Individualização da Vida, Shoho corresponde aos Cinco Componentes e ao Ambiente Social e Eho, ao Ambiente Natural. A consciência do ser vivo pode ser descrita como Shoho e os outros quatro dos Cinco Componentes — Forma ou corpo, Percepção, Concepção e Volição — existem para fazer com que o indivíduo interaja com outros seres vivos e com o ambiente natural, que juntos formam o eho. O Itinen Sanzen revela que tanto o Shoho como o Eho são inerentes num único momento da vida. O budismo considera que a vida abrange uma vasta extensão de influência e de atividade que integram tanto os seres vivos como seu ambiente.

Texto extraído do livro "Fundamentos do Budismo", Editora Brasil Seikyo, © 2004.



Escrito por soraya.aquino às 10h03
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Fatalismo e Liberdade

Algumas pessoas sustentam que as questões humanas são completamente predeterminadas, uma maneira de pensar considerada como fatalista. Por razões semelhantes, o conceito budista de causalidade é algumas vezes criticado como fatalista. Se a vida de uma pessoa neste mundo é predestinada em conseqüência das causas passadas, e se seu futuro é determinado pelo carma limitado da vida presente, onde ela poderá encontrar a liberdade e que significado pode buscar na vida?

Um exemplo típico de fatalismo pode ser encontrado em alguns ensinos pré-Sutra de Lótus. Esses ensinos afirmam que a única salvação encontra-se na vida após a morte. Por exemplo, diziam que se uma pessoa acreditasse e confiasse na graça de um Buda tal como Amida, conseguiria se libertar dos grilhões deste mundo e renasceria na Terra Pura da Perfeita Alegria. Mas não existe sustentação racional para tal crença. A liberdade não se encontra com a fuga da causalidade, mas sim transformando-a para nossa própria vantagem.

Ninguém pode escapar da lei da causalidade, mas os seres humanos podem aprender como ela funciona e utilizarem-na. Em toda a história, os indivíduos descobriram e colocaram em prática várias leis da natureza, tais como a lei da gravidade e a teoria da relatividade. A gravidade pode ser considerada como uma força que mantém as pessoas presas à terra, mas pode ser também vista como uma força que torna possível a liberdade de se locomover sobre a terra, no mar e no ar.

Sakyamuni declara: “Se deseja compreender as causas que existiram no passado, observe os resultados que elas manifestam no presente. E se quiser saber que resultados serão manifestados no futuro, observe as causas presentes.” Existe, então, a absoluta possibilidade de transformar o futuro com os esforços presentes. Mas o que pode ser feito a respeito das causas já formadas no passado? A personalidade, o caráter e o destino são todos conseqüências do que a pessoa era e do que fez no passado. No Sutra de Lótus, Sakyamuni direcionou as pessoas para uma fonte de força que podia romper as correntes das forças cármicas, mas ele não a identificou especificamente. Foi Nitiren Daishonin que explicou a entidade da vida, em oposição ao fenômeno da vida, e como ela permanece livre das influências cármicas por toda a eternidade. Essa entidade ou Lei da vida, que ele chamou Nam-myoho-rengue-kyo, é a causa que capacita a superar toda a inércia cármica e permite que novos efeitos surjam da vida de cada ser humano. A luta para vencer a inércia cármica das más causas criadas desde épocas passadas é naturalmente muito difícil e requer um esforço vitalício. Porém, o fato de essa luta certamente resultar em vitória dissipa os sentimentos de fatalismo e faz surgir a esperança em um futuro brilhante.

A palavra rengue (literalmente, flor de lótus), de Nam-myoho-rengue-kyo, simboliza o princípio de que a causa e o efeito existem simultaneamente em um único momento da vida. Conseqüentemente, isso significa que a determinação de uma pessoa no presente determinará o futuro, ou o efeito pelo qual ela está se empenhando. A determinação de uma pessoa é forte o bastante para mudar seu destino? O poder da determinação opera nos níveis conscientes da psique humana ao passo que o carma existe nos níveis inconscientes, ou ainda mais profundamente. Evidentemente, a humanidade necessita de alguma força que possa alterar o ritmo da própria vida, e essa força é e sempre foi o Nam-myoho-rengue-kyo. Cientes dessa poderosa chave para essa inesgotável e inerente força vital dos seres humanos, as pessoas ficam confiantes de que podem fazer causas para libertarem-se completamente de seu carma negativo. Com essa chave, tudo o que resta é extrair a energia vital do Nam-myoho-rengue-kyo das profundezas de sua própria vida. Isso é possível com uma firme e sincera recitação de Daimoku ao Gohonzon, a incorporação do Nam-myoho-rengue-kyo.

Texto extraído do livro "Fundamentos do Budismo", Editora Brasil Seikyo, © 2004.



Escrito por soraya.aquino às 09h54
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O Budismo de Nitiren Daishonin

O Budismo de Nitiren Daishonin fundamenta-se na afirmaçao de que todas as pessoas tem o potencial de atingir a iluminaçao.
Nitiren Daishonin estudou no Monte Hiei. o centro da seita Tendai no Japao, e veio a entender que o Sutra de Lotus constitui a essencia de todo o Budismo. Logo depois, começou a pregar o conteudo do que havia descoberto.

De acordo com seu ensinamento, as funçoes de todo o universo estao sujeitas a um unico princi­pio ou lei. Atraves da compreensao desta lei, a pessoa e capaz de libertar o potencial oculto de sua propria vida e atingir a harmonia perfeita com o seu ambiente.

Nitiren Daishonin definiu a lei universal como Nam-myoho-rengue-kyo, uma formula que representa o fundamento do Sutra de Lotus e e conhecida como Daimoku. Alem disso, ele deu concreção a  lei, inscrevendo-a num pergaminho - Gohonzon - para que as pessoas pudessem colocar a essencia da sabedoria budista em pratica e desta forma atingir a iluminaçao. No tratado intitulado "O Verdadeiro Objeto de Adoraçao", ele concluiu que crendo e orando Nam-myoho-rengue-kyo ao Gohonzon, que e a cristalizaçao da lei universal, revelar-se-á a natureza de Buda inerente em todos os indivi­duos.

Todos os fenomenos estao sob a infalivel lei de causa e efeito. Consequentemente, o estado de vida de um ser - seu destino, em outras palavras sao a consequencia de todas as causas prévias. Atraves da oraçao do Nam-myoho-rengue-kyo, a pessoa esta criando a causa suprema, que pode compensar os efeitos negativos do passado.

A iluminaçao nao sao mi­stica nem transcendental como muitos supoem. Antes, sao uma condiçao de maxima sabedoria, vitalidade e boa sorte, na qual o indivi­duo pode moldar o seu proprio destino, encontrando plenitude nas atividades dia¡rias e entendendo a missao de sua vida.




Escrito por soraya.aquino às 10h55
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"Assim como as pedras preciosas sao tiradas da terra, a virtude surge dos bons atos e a sabedoria nasce da mente pura e tranquila. Para se andar com segurança, nos labirintos da vida humana, sao necessario que se tenham como guias a luz da sabedoria e virtude." (Sakyamuni)



Escrito por soraya.aquino às 10h32
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O significado da felicidade atraves do budismo

Quando as necessidades ou desejos de uma pessoa sao realizados, ela sente felicidade, mas a simples realizaçao dos desejos nao pode sustentar este sentimento de felicidade. Mesmo apesar de nao estar totalmente satisfeita com sua vida atual, pode sentir que e mais feliz do que antes. Porem, ninguem e continuamente feliz. Por melhor que seja a situaçao, ha tambem momentos ruins.

Tal felicidade e essencialmente relativa. Uma felicidade mais profunda e duradoura nao depende do objeto do desejo ou da necessidade, nem do proprio passado, nem da vida do vizinho, tampouco de qualquer outro fator externo. O principal ingrediente para essa felicidade encontra-se na propria vida. A felicidade esta diretamente relacionada ao grau em que se pode extrair a propria força vital e a  esperança no futuro. De maneira contraria, se uma pessoa nao tem essas qualidades, ela compara o seu presente com o passado ou com o seu ambiente. A felicidade por comparaçao e, na verdadeira essencia do termo, a felicidade relativa.

Para compreender a diferença que pode fazer a propria força vital, imaginemos dois alpinistas. Escalar um pico escarpado infligiria uma dor insuportavel a uma pessoa comum, mas pode proporcionar um prazer inesqueci­vel a um alpinista. Quanto mais alto, escarpado e difi­cil for o penhasco, maior a alegria e satisfaçao de desafia-lo e conquista-lo. As dificuldades na vida sao como uma montanha escarpada. Se a pessoa encontra a felicidade apenas no conforto, evitara muito do que vale a pena na vida. Tal atitude e essencialmente negativista e escapista. Quando chegamos a tal ponto, o conforto e um peri­odo de descanso e nao e acompanhado por uma grande dor nem por uma profunda alegria.

Todas as atividades humanas objetivam a felicidade. O budismo, assim como as outras religioes, ensina  as pessoas como viver para conquistarem uma vida feliz. No entanto, muitas religioes encorajam seus crentes a orarem para que algo mi­stico, uma força transcendental, elimine os problemas da vida. Entao, se as pessoas sao religiosas ou nao, tambem tentam com frequencia evitar as dificuldades e os problemas. O budismo mostra o caminho para uma nova vitalidade e uma profunda sabedoria, ensinando que os seres humanos devem inspirar-se a desafiar, e nao a evitar, quaisquer dificuldades que enfrentarem e transforma-las em felicidade com o desenvolvimento de sua propria força vital. Superar o sofrimento em vez de fugir dele e uma atitude criativa de desafio e coragem, e e essa atitude que leva e  felicidade absoluta.
Texto extraido do livro "Fundamentos do Budismo", Editora Brasil Seikyo, © 2004.



Escrito por soraya.aquino às 09h05
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